quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O avanço da comunicação acompanhando tendências

Equipamentos portáteis já compõem os meios de comunicação. Além do online convencional há os aparelhos móveis, tais como celulares, smartphones e PDAs. A evolução parte da premissa de ter que atender a necessidade da mulher e homem modernos que não têm tempo para parar e se informar. Enquanto o ser humano corre para alcançar seus objetivos: status, condição financeira estável e consequentemente qualidade de vida, o processo de criação anda alguns anos luz a frente gerando tendência e atendendo o público do corre-corre.

O SMS há muito tempo é método eficiente e simples de enviar informação. Na própria sala de aula, por exemplo, alunos que não podem assistir ao último capítulo da novela devido à faculdade ser à noite, contam com amigos e familiares para enviares notícias parciais quanto aos acontecimentos. Não é fato relevante, como ataque ao World Trade Center, mas é real.

A internet já é conhecida de todos. O diferente é que não são necessários mais aqueles mais variados cabos para que o internauta esteja conectado à rede. E é na web que as novidades surgem mais rapidamente. O problema ainda não resolvido da instantaneidade da internet é que as informações não são confiáveis: pode se tratar de boatos como também pode haver fatos reais.

Só que hoje até os pequenos celulares têm tecnologia suficiente para a programação da TV através do sinal digital. Ainda está disponível para poucos. Trata-se de um aparelho caro. E atualmente o povo brasileiro tem outras prioridades. Mas será que isso ocorre porque as pessoas têm menos tempo para ficarem em casa? E quando chegam logo dormem? É trabalho, criança, família, academia, estudo, entre outros compromissos.

Tanto o meio portátil como a web convencional leva ao público a mesma essência da comunicação. O diferencial é que o equipamento móvel exige limites. A mensagem tem que ser curta e com menos recursos multimidiáticos. Já a web traz detalhes, links, muita imagem, de acordo com a preferência ou necessidade do internauta.

Diante disso, os títulos dos textos devem ser chamativos. Cada vez mais o público pede que este quesito seja melhorado para que continue fiel. E o resto é o mesmo blá blá blá: ordem direta e linguagem coloquial.

Mas engana-se quem acredita que os eletrônicos portáteis pararam de avançar. Em poucos anos com certeza as telas dos celulares vão estar mais amplas e esses terão capacidade para receber muitas imagens e poucos detalhes. A leitura ainda não é cultura constante entre o povo brasileiro. Ele continua muito visual. Realmente chama atenção. As palavras não são complemento. Elas são a contextualização que situa o leitor.


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