
Para o jornalista o questionamento do público na maioria das vezes é chateante. Além de ter aquela rotina em que não tempo para nada, apenas alguns minutos para entregar aquela ou esta reportagem, ainda tem que se deparar com um chato no final, começo ou meio do dia querendo saber mais ou o porquê de alguma coisa. Poxa vida cidadão, se não tem aí é porque o jornalista não conseguiu a informação. Garanto que se tivesse a retirado de alguém ela constaria no corpo da matéria.
Parte do público brasileiro da internet não tem educação. Sempre desejam colocar o jornalista pra baixo, provocando sua credibilidade. Vamos e venhamos! Assinar algo é muita responsabilidade. Qual profissional tem coragem de colocar seu nome em materinhas “meio boca”.
Entrevistados têm posturas diferentes de leitores. A condição é similar a do jornalista, uma vez que a fonte aparece no texto. Lá constam seus dados e ele cobra do profissional que o “usou”. Ele quer a verdade, na maioria das vezes um resultado que o relacione com o positivo. Isso pode limitar a atividade ou o potencial do jornalista. Por isso muitos preferem esquecer, deixar de lado a ter que se aborrecer. Mas para tudo há uma solução: a conversa sempre traz bom resultados.
A questão da interatividade nos jornais em versão online ora pode ser bom, ora pode ser ruim. Se houver muitos comentários é sinal que o veículo trata de assuntos de repercussão. Embora as pessoas estejam constantemente buscando informações novas, a preguiça ainda atinge 99,9% dos internautas nem que seja uma horinha por dia. Então, em que ser um assunto muito bom e gostoso de ler.
Porém caso as reportagens não tragam nenhum comentário, é sinal que o site não tem acessos, ou mais claramente, audiência. Ou então pode até ser a tal preguicinha ou desinteresse dos internautas. Esse resultado pode fazer com que o público se desinteresse, ou não. Sem querer arriscar, antes não oferecer campos para comentar em todas as matérias. Que adotem a tática do The New York Times: interatividade apenas em matérias muito relevantes.
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